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SKILL unreviewed MIT Self-run

Dev Coding

skill-calneymgp-solodev-dev-coding · by calneymgp

Executa um PLAN.md task por task — lê read_first, aplica a action, verifica acceptance, marca [x], faz commit atômico com referência à task. Mostra progresso (X/N), guarda de escopo quando a task infla, protocolo de drift quando a implementação diverge do plano. Suporta TDD vertical (tracer bullet red-green-refactor), checkpoints HITL. Use quando o usuário disser "/dev-coding", "executa o plano",…

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Security review

⚠ Flagged

1 finding(s); flagged for manual review. · v0.1.0 How review works →

  • Prompt-injection patterns
  • Secret / credential exfiltration
  • Dangerous shell & filesystem operations
  • Untrusted network calls
  • Known-malicious package signatures
  • high Destructive filesystem operation.

What it can access

  • Network access Used
  • Filesystem access No
  • Shell / process execution No
  • Environment & secrets No
  • Dynamic code execution No

From automated source analysis of v0.1.0. “Used” means the capability is present in the source — more access means more to trust, not that it’s unsafe.

View the full security report →

Reliability & compatibility

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3mo ago

Declared compatibility

Claude CodeClaude Desktop

Compatibility is declared by the source manifest. End-to-end runtime verification is coming, see below.

Preview Execution monitoring

We're building live execution health for every listing: tool-call success rate, median latency, uptime, and last-checked timestamps, measured, not self-reported. It isn't live yet, so we don't show numbers we can't stand behind.

How agent discovery & health will work →
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About

/dev-coding — Executar PLAN.md task por task

Esta skill assume que existe .plans//PLAN.md produzido por /dev-plan (ou compatível). Executa uma task por vez, com verificação dura no fim de cada uma.

Pré-condições

  • Existe /.plans//PLAN.md (ou usuário aponta o path)
  • Você pode escrever e executar comandos no projeto

Se não houver PLAN.md, pare e sugira /dev-plan antes. Se for bug isolado sem plano, sugira /dev-fix.

Ritual de início de sessão

Na primeira execução da sessão (e após cada reset de contexto):

PLAN:  — [████████░░░░] 4/9 tasks ✅
Próxima: task-05 (, effort ) — 

1 mensagem, depois execute. O usuário sempre sabe onde está sem perguntar.

Processo por task

1. Carregue o contexto mínimo

  1. Read .plans//PLAN.md integralmente
  2. Read CLAUDE.md do projeto + sub-CLAUDEs citados em ## Affected Areas
  3. Identifique a próxima task com status: [ ] cuja dependência (depends_on) já está [x]
  4. Read todos os read_first da task escolhida ANTES de qualquer edit

2. Despache pelo tipo

type: auto (execução direta)
  1. Anuncie em 1 frase: "task-XX: — vou tocar ."
  2. Execute as subtasks da action em ordem
  3. Rode o must_pass (typecheck, build, test, lint conforme aplicável)
  4. Cheque cada acceptance — grep / curl / output esperado
  5. Marque [x] em cada acceptance no PLAN.md
  6. Atualize ## Status Log com timestamp + identificador (commit hash se for committar)
  7. Reporte ao usuário em 2-3 linhas: o que mudou, o que verificou, próxima task
type: tdd (red-green-refactor vertical)

Princípio: tracer bullets, NÃO horizontal slicing. UM teste → UMA implementação → REPETE. Nunca escrever todos os testes primeiro.

Por subtask:

RED:   escreva 1 teste para 1 behavior — rode → vê falhar
GREEN: código mínimo para passar — rode → vê passar
       (não antecipe próximos testes; não adicione features especulativas)
[Após todas as subtasks GREEN: REFACTOR — só quando GREEN, nunca quando RED]

Regras de teste:

  • Testar behavior via interface pública, não implementação interna
  • Sem mocks de colaboradores internos (mock só boundary externo — DB, HTTP)
  • Teste deve sobreviver a refactor que não muda behavior
  • Se renomear função interna quebra o teste, o teste estava errado
type: checkpoint:decision
  1. Pare a execução
  2. Apresente ao usuário (1 mensagem): o que decidir (decision), por que importa, opções com pros/cons
  3. Espere resposta. Não escolha sozinho.
  4. Após escolha, registre no PLAN.md → seção ## Decisions e siga para próxima task.
type: checkpoint:human-verify
  1. Execute o setup (start dev server, run command, etc.)
  2. Confirme que o ambiente está pronto (HTTP 200, port aberta, build ok)
  3. Apresente: URL/comando para verificar + 2-4 checks visuais/funcionais específicos
  4. Espere "approved" ou descrição do problema.
  5. Se aprovado → marque [x], mate o server se for o caso
  6. Se reprovado → mude para /dev-fix (diagnose loop) com o problema descrito

3. Guarda de escopo (a task inflou)

Pare e re-planeje quando, no meio de uma task:

  • Os arquivos tocados passam de 2× o files_modified declarado
  • Aparece decisão de design que o plano não previu
  • A "correção rápida no caminho" está virando uma sub-feature

Protocolo: pare, escreva no PLAN.md o que descobriu, proponha: dividir a task / criar task nova / decisão de checkpoint. Não engula escopo em silêncio — é assim que plano vira ficção.

4. Protocolo de drift (implementação divergiu do plano)

Quando a realidade do código contradiz o plano (API não existe como descrito, lib não suporta o approach, schema diferente):

  1. Não improvise em silêncio. Pare a task.
  2. Registre em ## Decisions do PLAN.md: o que o plano dizia → o que a realidade é → o novo approach (1-3 linhas).
  3. Se a mudança afeta tasks futuras, ajuste-as agora (títulos/acceptance), não depois.
  4. Continue. O PLAN.md deve sempre contar a verdade — uma sessão nova que ler o plano não pode herdar a mentira.

5. Commits atômicos

Ao fim de cada task verde (se o repo usa git e o usuário não disse o contrário):

  • 1 task = 1 commit. Mensagem: (): [task-XX]
  • Tipos convencionais: feat, fix, refactor, test, chore, docs
  • Nunca git add . cego — adicione os arquivos da task
  • Hash vai para o ## Status Log

6. Atualize o PLAN.md ao vivo

Cada task completed → mark [x] em cada acceptance + entrada no ## Status Log. Não acumule pra escrever no fim.

7. Ao terminar a última task

Não declare "pronto" aqui. Anuncie:

> "Todas as tasks executadas. Rodando /dev-ship para verificação final, Must-Haves e fechamento?"

/dev-ship roda Must-Haves, demo script, revisão de diff e fechamento. Se o usuário recusar, rode ao menos os Must-Haves do PLAN.md você mesmo (Truths, Artifacts, Key Links) antes de declarar done — falhou algo, crie fix-task, não mascare.

Princípios de execução (Karpathy)

  • Cirurgia, não reforma. Toque só o que a task pede. Não refatore código adjacente, não "melhore" formatação, não adicione tipos onde não havia. Se notar algo, mencione — não delete.
  • Mínimo necessário. Resolva a task. Não adicione abstração para uso único. Não preveja features futuras.
  • Critério de sucesso primeiro. Antes de codar, releia acceptance e must_pass. Sua execução tem como meta acender esses verdes.
  • Verify before done. Rode o must_pass. Cheque cada acceptance. Não declare done com base em vibes.
  • Sem error handling especulativo. Só valide em boundary (input externo). Confie em garantias internas.

Anti-padrões

  • ❌ Pular read_first ("é rápido, sei o que tem ali")
  • ❌ Escrever todos os testes TDD juntos antes de qualquer implementação
  • ❌ Refatorar enquanto está RED
  • ❌ Marcar [x] sem rodar a verificação
  • ❌ Reescrever arquivo inteiro quando 5 linhas resolvem
  • ❌ Skip de hooks/lint/typecheck para "ir mais rápido"
  • ❌ Esconder falha mudando o teste em vez de corrigir o código
  • ❌ Mockar colaborador interno (vai dar verde com behavior quebrado)
  • ❌ Auto-aprovar checkpoint HITL ("não vou perguntar, já sei a resposta")
  • ❌ Engolir drift/escopo em silêncio (o plano precisa contar a verdade)

Comunicação com o usuário

Antes de cada task: 1 frase — "task-XX: vou tocar X, Y."

Durante: silêncio relativo. Não narre tool calls. Comunique só obstáculo ou descoberta surpreendente.

Depois de cada task: 2-3 linhas — o que mudou, o que verificou, próxima task ID.

Quando parar e perguntar (mesmo em modo auto)

  • A task tem acceptance ambíguo na prática
  • A mudança implica decisão de design não prevista no plano
  • O must_pass falha de forma que sugere problema arquitetural (não bug local)
  • Vai tocar arquivo sensível não listado em files_modified
  • Vai rodar comando destrutivo (force push, drop table, rm -rf)

Não improvise nessas. Pare, reporte, pergunte.

Source & license

This open-source skill is cataloged on AgentStack and links to its original source — we do not rehost the code.

Install and usage instructions live in the source repository linked above.

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Versions

  • v0.1.0 Imported from the upstream source.