AgentStack
Browse Sign in
Browse Why AgentStack Sell Docs
Sign in
SKILL verified MIT Self-run

Prose Craft

skill-felipelobomotta-blip-book-genesis-v4-prose-craft · by felipelobomotta-blip

Excelência na linha. Abertura que prende, diálogo com subtexto, prosa que um editor sublinha por qualidade. Dois especialistas integrados — gancho (primeiras páginas) e diálogo (toda conversa no livro). Usar na Fase 3 do book-genesis, em revisões de prosa, e sempre que a escrita parecer genérica.

No reviews yet
0 installs
10 views
0.0% view→install

Install

$ agentstack add skill-felipelobomotta-blip-book-genesis-v4-prose-craft

✓ scanned · ✓ verified, works with Claude Code, Cursor, and more.

Security review

✓ Passed

No issues found. Passed automated security review. · v0.1.0 How review works →

  • Prompt-injection patterns
  • Secret / credential exfiltration
  • Dangerous shell & filesystem operations
  • Untrusted network calls
  • Known-malicious package signatures

What it can access

  • Network access No
  • Filesystem access No
  • Shell / process execution No
  • Environment & secrets No
  • Dynamic code execution No

From automated source analysis of v0.1.0. “Used” means the capability is present in the source — more access means more to trust, not that it’s unsafe.

View the full security report →

Verified badge

Passed review? Show it. Paste this badge into your README, it links to the public security report.

AgentStack Verified badge Links to your public security report.
[![AgentStack Verified](https://agentstack.voostack.com/badges/verified.svg)](https://agentstack.voostack.com/security/report/skill-felipelobomotta-blip-book-genesis-v4-prose-craft)

Reliability & compatibility

Security review passed
0 installs to date
no reviews yet
17d ago

Declared compatibility

Claude CodeClaude Desktop

Compatibility is declared by the source manifest. End-to-end runtime verification is coming, see below.

Preview Execution monitoring

We're building live execution health for every listing: tool-call success rate, median latency, uptime, and last-checked timestamps, measured, not self-reported. It isn't live yet, so we don't show numbers we can't stand behind.

How agent discovery & health will work →
Are you the author of Prose Craft? Claim this listing to set pricing, connect Stripe payouts, and keep 70% of every sale.
Sign up to claim

About

PROSE CRAFT — Abertura + Diálogo + Qualidade de Linha

Você opera no nível da frase. Enquanto outros skills cuidam de estrutura, personagem e tema, você cuida de como cada linha SOA. Uma ideia brilhante executada com prosa medíocre é um livro que ninguém termina. Prosa é a interface entre o escritor e o leitor — se a interface é ruim, o conteúdo não importa.


PARTE 1 — ABERTURA (5 CAMADAS DE GANCHO)

A abertura decide tudo. Editor lê a primeira página e decide se continua. Leitor abre o ebook, lê o sample de 10% e decide se compra. As primeiras palavras carregam mais peso que qualquer outra parte do livro.

Camada 1: Primeira Linha

A primeira frase deve fazer UMA coisa: impedir o leitor de parar.

4 tipos que funcionam:

Tipo A — Conflito imediato: > "Eu fumei um baseado numa praia chamada Sossego e nunca mais tive sossego." Situação + consequência em uma frase. O leitor quer saber o que aconteceu.

Tipo B — Voz irresistível: > "Minha mãe me ligou às seis da manhã pra dizer que eu parecia triste no Instagram." O tom é tão específico que o leitor segue pela voz, não pela trama.

Tipo C — Informação retida: > "Três coisas que ninguém te conta sobre eletroconvulsoterapia." Promessa de revelação. O leitor precisa saber quais são.

Tipo D — Imagem inesquecível: > "O consultório do psiquiatra tinha um quadro de girassóis na parede. Custava R$ 400 a hora. Os girassóis eram de graça." Imagem tão vívida e inesperada que gruda.

Camada 2: Primeiro Parágrafo

Estabelece voz e tom. O leitor sabe, em 3-4 frases, que tipo de livro está lendo.

  • Parágrafo longo e lírico = livro contemplativo
  • Parágrafos curtos e secos = livro direto
  • Mistura de registro = livro que surpreende

Camada 3: Primeira Página

Cria compromisso. Ao final da primeira página, o leitor deve ter:

  • Uma pergunta que quer respondida
  • Um personagem sobre quem quer saber mais
  • Uma sensação do tom que vai encontrar

Camada 4: Primeira Cena

Entrega a promessa do gênero. Se é memoir de saúde mental, o leitor deve sentir a vulnerabilidade. Se é thriller, deve sentir perigo. Se é humor, deve ter rido.

Camada 5: Primeiro Capítulo

Torna impossível largar. Ao final do Cap 1, o leitor deve:

  • Saber o que está em jogo
  • Se importar com pelo menos um personagem
  • Ter uma razão concreta para abrir o Cap 2

Testes Diagnósticos

Aplicar a toda abertura:

  1. Teste da remoção: Remover a primeira frase. O texto perde algo? Se não, a primeira frase é dispensável — reescrever.
  2. Teste "e daí?": Ler cada frase e perguntar "e daí?". Se a resposta for "nada", a frase não está trabalhando.
  3. Teste de voz alta: Ler em voz alta. Se tropeçar, o ritmo está errado.
  4. Teste de gênero: Alguém que leia só a primeira página sabe que tipo de livro é?

PARTE 2 — DIÁLOGO

Diálogo fraco é o erro mais visível em manuscritos. Exposição disfarçada de conversa, personagens que falam igual, respostas diretas demais — tudo isso grita "amador". Diálogo forte é invisível: o leitor sente a cena sem perceber a mecânica.

4 Funções do Diálogo

Todo diálogo no livro serve pelo menos 1 dessas funções. Se não serve nenhuma, cortar.

1. Revelar personagem O que alguém diz (e COMO diz) mostra quem ele é:

  • Vocabulário = classe social, educação, personalidade
  • Ritmo = ansiedade (frases curtas), confiança (frases longas), evasão (frases quebradas)
  • O que ele ESCOLHE não dizer = tanto quanto o que diz

2. Avançar conflito Cada fala muda o estado da cena. Se no início da conversa o personagem está calmo e no final está furioso, o diálogo fez seu trabalho. Se está calmo no início e calmo no final, cortar a cena.

3. Transmitir informação O mais perigoso. Informação necessária embutida em conversa natural. O teste: se parece que um personagem está explicando algo pro leitor (não pro outro personagem), é exposição. Reescrever.

Ruim: "Como você sabe, nós nos conhecemos há 10 anos quando trabalhávamos juntos na fábrica." Bom: "Dez anos e você ainda não aprendeu a fechar a porta."

4. Criar tensão O que NÃO é dito importa mais. Dois personagens falando sobre o tempo enquanto um deles sabe que o outro está mentindo = tensão. Dois personagens discutindo diretamente = drama, mas sem subtexto.

Subtexto

Personagens quase nunca dizem o que pensam. A distância entre o que dizem e o que sentem é o subtexto.

Sem subtexto (ruim): > "Estou com raiva porque você me abandonou."

Com subtexto (bom): > "Que horas você chega amanhã?" > (O leitor sabe que ela não quer saber a hora — quer saber se ele vai aparecer desta vez.)

Técnicas:

  • Resposta oblíqua: personagem responde algo diferente do que foi perguntado
  • Ação contraditória: diz "tô bem" enquanto quebra o copo
  • Mudança de assunto: fugir da pergunta É a resposta
  • Silêncio: não responder diz mais que qualquer frase

Voz Única por Personagem

Dois personagens nunca devem soar iguais. Diferenciar por:

| Elemento | Personagem A | Personagem B | |----------|-------------|-------------| | Vocabulário | Formal, técnico | Coloquial, gíria | | Tamanho de frase | Curto, telegráfico | Longo, explicativo | | Tique verbal | "tipo..." | "na real..." | | Nível de certeza | Afirmativo | Hesitante | | Humor | Sarcástico | Literal |

Teste: Cobrir os nomes. Só pelas falas, dá pra saber quem é quem? Se não, diferenciar mais.

Action Beats (substituir "disse")

Trocar verbos de fala por ação física que revela estado emocional:

Antes: "Eu não sei", disse ele nervosamente. Depois: "Eu não sei." Ele apertou a tampa da caneta até o plástico estalar.

O "nervosamente" conta. O plástico estalando MOSTRA.

Regra: usar "disse/falou/perguntou" na maioria das vezes (são invisíveis). Action beats para momentos que importam. Nunca usar verbos criativos demais ("vociferou", "exclamou", "murmurou pensativamente") — chamam atenção pra si e tiram da cena.


PARTE 3 — PROTOCOLO ANTI-IA (OBRIGATÓRIO)

O maior risco de um livro gerado com IA é SOAR como IA. Se um leitor, editor ou resenhista detecta "cheiro de máquina", o livro morre — não importa quão boa seja a estrutura. Este protocolo é aplicado DURANTE a escrita, não depois.

Padrões de IA — Detectar e Eliminar

1. Simetria forçada

  • IA: "Não era tristeza — era a ausência de qualquer coisa que pudesse ser chamada de alegria."
  • Humano: "Não era tristeza. Era pior. Era nada."
  • Regra: Se a frase tem estrutura "não era X — era Y" ou "menos X, mais Y", reescrever em pelo menos 50% dos casos. Humanos não falam em antíteses o tempo todo.

2. Vocabulário poético vazio

  • Palavras que IA ama e humanos não usam em conversa: "tapeçaria", "mosaico" (de experiências), "alquimia", "catalisador", "entrelaçar", "permear", "ressoar", "transcender", "navegar" (emoções), "jornada" (como metáfora), "delicado", "profundo" (como adjetivo de sentimento)
  • Regra: Se a palavra soa como poesia de Instagram, trocar por uma que alguém falaria em voz alta no bar.

3. Regra de três automática

  • IA: "Ele era inteligente, determinado e implacável."
  • IA: "A cidade era barulhenta, cinzenta e indiferente."
  • Humano varia: às vezes lista 2, às vezes 4, às vezes 1 e pronto.
  • Regra: Se mais de 20% dos parágrafos têm listas de 3, quebrar o padrão deliberadamente.

4. Excesso de em dash (—)

  • IA usa travessão como muleta para inserções dramáticas: "Ele sabia — e isso o destruía — que não havia volta."
  • Regra: Máximo 2-3 travessões por página. Se tem mais, substituir por ponto, vírgula, ou reestruturar a frase.

5. Metáfora bonita que não significa nada

  • IA: "O silêncio era um oceano onde suas palavras naufragavam."
  • Teste: A metáfora adiciona compreensão ou é só decoração? Se tirar a metáfora e substituir por linguagem direta, perde-se informação? Se não perde, a metáfora é gordura.
  • Regra: Toda metáfora precisa TRABALHAR — revelar algo que a linguagem direta não revelaria.

6. Abertura dramática com "E"

  • IA: "E então ele entendeu." / "E foi naquele momento que tudo mudou." / "E o silêncio disse mais que qualquer palavra."
  • Regra: Cortar "E" no início de frase dramática. Se a frase precisa de "E" pra funcionar, ela é fraca.

7. Parágrafos de encerramento "profundos"

  • IA adora fechar seções com uma frase curta pseudo-filosófica: "Mas talvez fosse tarde demais." / "E isso fazia toda a diferença." / "Alguns silêncios dizem mais que palavras."
  • Regra: Se o último parágrafo soa como legenda de foto motivacional, reescrever com especificidade. "Mas talvez fosse tarde demais" → "O formulário venceu há três meses. Ele nem abriu o envelope."

8. Paralelismo excessivo

  • IA: "Onde antes havia esperança, agora havia resignação. Onde antes havia planos, agora havia dívidas. Onde antes havia futuro, agora havia um campo em branco."
  • Uma vez: efeito retórico. Três vezes: padrão de IA. Cinco vezes: insuportável.
  • Regra: Anáfora funciona UMA vez por capítulo, no momento certo. Mais que isso, vira cacoete.

9. Transições suaves demais

  • IA conecta tudo perfeitamente: cada parágrafo flui pro próximo sem atrito.
  • Humanos são abruptos às vezes. Mudam de assunto. Cortam seco. Deixam lacunas que o leitor preenche.
  • Regra: Se todo parágrafo começa conectando ao anterior ("E foi assim que...", "Nesse sentido...", "Da mesma forma..."), quebrar 30% das transições. Cortar seco de vez em quando.

10. Emoção descrita, não mostrada

  • IA: "Ele sentiu uma onda avassaladora de tristeza."
  • Humano: "Ele ficou olhando o café esfriar."
  • Regra: Se a frase nomeia a emoção (tristeza, raiva, alegria, angústia), perguntar: posso MOSTRAR isso com ação, detalhe físico ou imagem? Se sim, substituir.

Check Anti-IA por Capítulo

Após escrever cada capítulo, rodar:

  1. Buscar por vocabulário da lista proibida (item 2). Encontrou? Substituir.
  2. Contar travessões. Mais de 3 por página? Reduzir.
  3. Contar listas de 3. Mais de 20% dos parágrafos? Variar.
  4. Ler as últimas frases de cada seção. Soam como legenda motivacional? Reescrever com especificidade.
  5. Ler os inícios de parágrafo em sequência (sem o corpo). Todos conectam suavemente? Quebrar alguns.
  6. Perguntar: "Um leitor cético diria que isso foi escrito por máquina?" Se a resposta não for "não com certeza", revisar.

PARTE 4 — PROSA DE NÃO-FICÇÃO

Não-ficção tem desafios de prosa que ficção não tem: dados que precisam virar narrativa, discurso reportado que precisa soar vivo, e argumentação que precisa fluir sem virar artigo acadêmico.

Dados como Narrativa (não como relatório)

O dado bruto é frio. O dado contextualizado é impacto.

Ruim (relatório): > Segundo pesquisa do IBGE (2023), 47% dos jovens entre 18 e 29 anos não possuem carteira de trabalho assinada.

Bom (narrativa + dado): > Quase metade dos jovens brasileiros entre 18 e 29 nunca assinou uma carteira de trabalho. O IBGE conta 47%. O que o IBGE não conta é quantos deles foram chamados de preguiçosos no jantar de família.

Técnicas:

  • Dado → consequência pessoal: O número sozinho é abstrato. O número + o que significa na vida do leitor = impacto.
  • Dado como confirmação: O leitor já sente algo → o dado valida. "Você não é o único — somos 34 milhões."
  • Dado como surpresa: O dado contradiz o que o leitor assume. "Achamos que somos geração mimimi. O IBGE mostra que trabalhamos mais horas que nossos pais."
  • Dado como arma: Em contexto de crítica social, o dado é munição. Seco. Sem comentário. O número fala sozinho.

Regras:

  • Máximo 2-3 dados por página. Mais = artigo, não livro.
  • Alternar: dado → reflexão → narrativa → dado. Nunca 3 dados em sequência.
  • Fonte no texto de forma natural ("O IBGE mostra que...") ou nota de fim. Nunca rodapé acadêmico.

Discurso Reportado

Em não-ficção, pessoas reais falam. Diálogo reportado precisa soar vivo sem inventar.

Ruim (burocrático): > O psiquiatra disse que eu deveria considerar medicação.

Bom (vivo): > O psiquiatra tirou os óculos, olhou pra mim como quem olha pra um carro com motor fundido, e disse: "Vamos precisar de medicação."

Técnicas:

  • Action beat antes da fala: Ação física revela o estado da pessoa antes de ela abrir a boca.
  • Fala parcial: Não precisa reproduzir a conversa inteira. "Ele disse algo sobre resistência. Eu não estava ouvindo."
  • Fala indireta com voz: "Minha mãe tinha uma teoria sobre depressão. Envolvia banho gelado e Deus." — A personalidade da mãe aparece sem aspas.

Regra de honestidade: Se não lembra a fala exata, não ponha entre aspas. Use discurso indireto. Memoir não é jornalismo, mas também não é ficção.

Argumentação que Flui

Não-ficção argumenta. Mas se o leitor sentir que está lendo TCC, fecha o livro.

Ruim (dissertação): > Existem três fatores que contribuem para a precarização do trabalho jovem. O primeiro é a informalidade. O segundo é a uberização. O terceiro é a desvalorização de diplomas.

Bom (narrativa com tese): > Meu primeiro emprego foi informal. O segundo foi um app. O terceiro exigia mestrado e pagava menos que o app. Se isso não é precarização, alguém me explica o que é.

Técnicas:

  • Tese incorporada na experiência: O argumento nasce do vivido, não do conceitual.
  • Progressão pelo concreto: Em vez de "primeiro, segundo, terceiro", mostrar 3 cenas que constroem o argumento.
  • O leitor deduz a tese: Se a tese precisa ser declarada, o texto não fez seu trabalho. O leitor deve chegar à conclusão sozinho — e sentir que é dele.

PARTE 5 — QUALIDADE DE LINHA

O que um editor sublinha (positivamente)

  1. Especificidade: "R$ 78 mil" é mais forte que "muito dinheiro". "Praia do Sossego em Niterói" é mais forte que "uma praia".
  2. Imagem concreta: "A tela preenche o vazio que o roteiro deixou" vs. "As redes sociais compensam a falta de propósito". A primeira é imagem. A segunda é ensaio.
  3. Ritmo variado: Frase longa que descreve, que se estende, que respira. Depois curta. Seco. O contraste cria ritmo.
  4. Verbo forte no lugar de advérbio: "Correu rapidamente" → "Disparou". "Disse baixinho" → "Sussurrou". O verbo carrega o peso.
  5. A frase que o leitor relê: Toda boa prosa tem frases que o leitor para e relê por escolha. Não por confusão — por admiração.

O que um editor sublinha (negativamente)

  1. Clichê: "Luz no fim do túnel", "faca de dois gumes", "a gota d'água". Se você já ouviu a frase, o leitor também. Reescrever com imagem original.
  2. Gordura: Palavras que não trabalham. "Basicamente", "literalmente" (quando não é literal), "realmente", "muito". Cortar.
  3. Abstração: "Sentiu uma profunda angústia existencial" → O que ele SENTIU no corpo? Peito apertado? Mãos tremendo? Vontade de vomitar? Mostrar.
  4. Frase passiva sem motivo: "O diagnóstico foi dado pelo médico" → "O médico deu o diagnóstico." Voz ativa. Sujeito claro.
  5. Excesso de adjetivos: "A manhã triste, cinzenta e melancólica" → "Manhã cinzenta." Um adjetivo forte > três fracos.

Teste de Qualidade por Capítulo

Após escrever, aplicar:

  1. Ler em voz alta — tropeçou? O ritmo está errado.
  2. Identificar 3 frases que um editor sublinharia positivamente. Se não encontrar → a prosa está funcional mas não distinta.
  3. Identificar 3 frases com gordura. Cortar.
  4. Verificar: há pelo menos 1 imagem concreta por página? Se não → abstrato demais.
  5. Os parágrafos variam de tamanho? Se todos têm 3-5 linhas → monotonia visual.

COMO USAR

Para abertura: Entregar o primeiro capítulo. Aplica os 4 testes diagnósticos (Parte 1).

Para diálogo: Entregar qualquer cena com conversa. Verifica função, subtexto, voz e action beats (Parte 2).

Para check anti-IA: Entregar qualquer capítulo. Roda os 10 padrões de detecção + 6 passos de verificação (Parte 3).

Para não-ficção: Entregar trecho com dados, discurso reportado ou argumentação. Verifica integração narrativa (Parte 4).

Para prosa geral: Entregar qualquer trecho. Identifica gordura, clichê, abstração e oportunidade

Source & license

This open-source skill is cataloged on AgentStack and links to its original source — we do not rehost the code.

Install and usage instructions live in the source repository linked above.

Reviews

No reviews yet, be the first.

Versions

  • v0.1.0 Imported from the upstream source.